Assembleia de Deus proíbe política em redes sociais e cantores ligados a candidatos


Grande Templo, sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Estado do Mato Grosso, tem capacidade para abrigar 22 mil pessoas sentadas
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O Conselho Político da Igreja Assembleia de Deus de Cuiabá e Região proibiu os fiéis de compartilhar conteúdos políticos nas redes sociais e grupos de WhatsApp da instituição. A medida, assinada pelo presidente do Conselho Político de Cuiabá, pastor Cristiano Rosa, é válida durante o período eleitoral.

Ainda segundo o documento, desde a última sexta-feira (10), foram suspensas todas as agendas de cantores e pregadores da Assembleia de Deus de Cuiabá que estejam trabalhando nas campanhas eleitorais.

Anteriormente, o presidente das Igrejas Assembleias de Deus em Cuiabá, pastor Silas Paulo de Souza, orientou diretores, colaboradores e funcionários sobre a proibição de utilizar adesivos, bandeiras, vestuários e demais acessórios vinculados a candidatos políticos.

De acordo com o comunicado, não era recomendado utilizar adesivos, bandeiras, vestuário e outros acessórios vinculados a candidatos, além de outras restrições.

À época, a postura foi considerada uma contradição, já que a Igreja recém tinha disponibilizado seu púlpito para o candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em Mato Grosso, a Assembleia de Deus também tem nomes na corrida eleitoral, como o deputado estadual e candidato à reeleição Sebastião Rezende (União Brasil) e o ex-vereador por Cuiabá e candidato derrotado a prefeito, Abilio Brunini (PL), que disputa vaga de deputado federal.

Há ainda o pastor Marcos Ritela, candidato ao governo do Estado pelo PTB, vinculado à Assembleia de Deus, e o candidato ao Senado Kássio Coelho (Patriota).

Fonte: Página 1



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