O Impacto Eleitoral das Guerras Culturais


A Bíblia a bandeira do Brasil
A Bíblia a bandeira do Brasil

O Século XXI tem sido denominado pelos estudiosos como o ‘Tempo dos Embates Ideológicos’, sobretudo os ligados a Valores Morais, os quais foram Consenso na Sociedade, à luz do Legado Judaico-Cristão, que Norteou a Humanidade durante 20 Séculos, que foi relativizado no “Século das Luzes’, resistiu a ‘Revolução Francesa’, tendo passado a ser questionado, à partir dos Anos 60 do Século Passado, (Pilula Anticoncepcional)’, e, ainda mais Enfaticamente nas Últimas Duas Décadas, por Movimentos Progressistas, que não só Pretendem o ‘Tratamento Igualitário’, mas Objetivam a Desconstrução Social destes Valores Éticos; por isso, é entendível quando um Jornal de Expressão Nacional como ‘O Globo”, publica, exatamente na Semana Anterior ao Início da Propaganda Eleitoral Televisiva, deste Ano de 2022, uma Série de Matérias enfocando as “Guerras Culturais’, embasado na obra do Historiador, Norte-Americano, Andrew Hartman, autor de “Uma Guerra pela Alma da América”; Polarização Política, que, Após a Conquista de Espaços de Expressão, (Negado na Grande Mídia Nacional), Mas Amplificado pelas Redes Sociais, Destacadamente, Por Representantes de Cidadãos-Conservadores, (Em Que Pese a Expressiva Maioria da População, Até Então Silenciosa), se Intensificou no Brasil, e, no Mundo, como se Percebe o Exemplo da Democracia Chilena, Que Ecoou Forte na América Latina, Quando os Eleitores, Oriundos de Uma Sociedade Conservadora, Rejeitaram, Num Referendo Popular de Ampla Maioria, Uma Constituição Considerada Exacerbadamente Progressista, Porque Continha Pautas Ideológicas de Movimentos Sociais.

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