Ri Happy incentiva “brincadeira sem gênero” e gera repúdio de pais


O influenciador digital Ricardo Cubba de peruca, barba e maquiagem – entrevista o influenciador Luke Vidal, que é homossexual
O influenciador digital Ricardo Cubba de peruca, barba e maquiagem – entrevista o influenciador Luke Vidal, que é homossexual

A rede varejista de brinquedos Ri Happy virou alvo de repúdio de muitos pais e mães após apostar em uma série de vídeos com discursos progressistas para crianças. A empresa fez parceria com ator e influenciador digital e ativista Ricardo Cubba.

Juntos, o ator e a empresa criaram a websérie Deixa Brincar, lançada em abril deste ano. O estopim para a revolta dos pais foi ultimo vídeo, publicado na última quinta-feira (7), onde o apresentador ensina a “brincadeira sem gênero”.

No vídeo, Cubba – de peruca, barba e maquiagem – entrevista o influenciador Luke Vidal, que é homossexual e compartilha a rotina com o companheiro Rafael César e o filho Kauan, de 6 anos. Vidal é questionado sobre como lida com as escolhas de seu filho na hora de brincar.

– Os pais têm que entender que eles não precisam escolher com o que o filho quer brincar ou não. Acho que a criança tem que ser livre para escolher sua brincadeira – disse Vidal.

A publicação rapidamente ganhou centenas de comentários negativos. A empresa, fundada em 1988 e a maior do Brasil no segmento, corre o risco de perder boa parte de seus clientes.

– A partir de hoje, nunca mais piso na Ri Happy e faço questão de não deixar ninguém da minha família frequentar esse lixo que apoia ideologia de gênero para crianças. Vão perverter a infância – escreveu um internauta.

A hashtag #BoicoteRihappy foi criada e mencionada milhares de vezes, levando a empresa a tirar o vídeo do ar.

– A @rihappy tirou o vídeo do ar depois de apagar centenas de comentários negativos. Mas vou continuar divulgando esse absurdo e deixando os pais mostrarem sua indignação!! – protestou uma internauta.

Sérgio Camargo também se encarregou de não deixar o vídeo ser “esquecido” e o compartilhou em sua rede social.

– Comercial anti-inocência da infância faz proselitismo da ideologia de gênero. A iniciativa parte de uma empresa que deveria zelar pelas crianças. Pais, avaliem se vale a pena continuar comprando brinquedos na @rihappy – escreveu na legenda.

Uma resposta à Ri Happy

Marisa Lobo, que é psicóloga, especialista em Direitos Humanos, presidente do movimento Pró-Mulher e autora dos livros “Por que as pessoas Mentem?”, “A Ideologia de Gênero na Educação” e “Famílias em Perigo”, escreveu um artigo no site Guia-me criticando a rede de lojas Ri Happy. Leia abaixo.

“Lamento que uma das maiores, senão a maior varejista de brinquedos do Brasil, se curve ao ativismo ideológico sexual. Tenho certeza que a Ri Happy não se tornou gigante por militar na agenda de gênero, mas sim por oferecer às famílias produtos que refletem a real natureza sexual humana, pela qual nascemos macho ou fêmea e, portanto, socialmente menino e menina, homem ou mulher.

Diferentemente do que o conteúdo produzido pela Ri Happy afirma, toda criança deve ser orientada pelos pais, em tudo, inclusive nas brincadeiras/brinquedos, porque é exatamente isso que serve de referência simbólica e comportamental para elas, em termos de experiência em sociedade e na relação com outras crianças.

É a partir dessa vivência, primeiramente com os pais, que as crianças extraem a formam o seu universo imaginário, levado ao mundo infantil através das brincadeiras, normalmente por imitação. Por isso é comum vermos brincadeiras de “papai e mamãe”, heróis e monstros, profissões, aventuras, entre outras que, em essência, são percepções infantis do mundo real.

Orientar não é interferir na formação do imaginário infantil. Não é o mesmo que impor certos gostos e preferências que, naturalmente, vão se definindo por conta própria durante o desenvolvimento.

A orientação que os pais devem fazer é mostrar que o mundo é, sim, constituído por definições, inclusive biológicas, pelas quais nós, humanos, nos baseamos culturalmente para distinguir o que são brincadeiras típicas de meninos e meninas. A criança, por si só, embora biologicamente inclinada a agir conforme o próprio sexo, também precisa receber dos pais esse referencial.

Portanto, os pais podem, sim, atuar em certa medida nas brincadeiras dos filhos, sendo exemplos para eles, a fim de que sigam a vida com base em seus modelos. O que o ativismo de gênero quer, por outro lado, é justamente que os pais sejam ausentes como condutores dos filhos, porque é aí onde eles entram com suas as narrativas.

Concluo fazendo um apelo aos pais, para que não se deixem levar por conteúdos como esse da Ri Happy, e para que filtrem os locais que valem a pena receber o nosso dinheiro. Eu, Marisa Lobo, não financio empresas que promovem a ideologia de gênero. Se você concorda comigo, faça a sua parte.”

Fonte: Pleno.News e Guia-me

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